Arquivo para setembro 5th, 2017

Exposição

ABERTURA DA EXPOSIÇÃO  “QUE RIO É ESSE?”
Na segunda-feira (4), o Bar Lagoa recebeu a mostra “Que Rio é esse?“, de Patricia Secco, para ajudar a ONG Terra dos Homens, da Baixada Fluminense. A mostra é divida em duas partes: uma de encantamento, que foi a primeira reação da artista depois de uma longa temporada fora do país; a segunda, o resultado de visitas à comunidade de Manguinhos, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. “Que Rio é esse?” continuará aberta ao público até o dia 30 deste mês.

Heloisa Gentil e Ricardo Hachiya

Heloisa Gentil e Ricardo Hachiya

Lucinha Amorim e Claudia Cabral

Lucinha Amorim e Claudia Cabral

Tonico Pereira e Patricia Secco

Tonico Pereira e Patricia Secco

Beverly Marcondez e Patricia Secco

Beverly Marcondez e Patricia Secco

Sérgio Serzedelo e Ana Spiller

Sérgio Serzedelo e Ana Spiller

Napoleão Lacerda e Patricia Secco

Napoleão Lacerda e Patricia Secco

Roberta Viegas e Deco Soares

Roberta Viegas e Deco Soares

Patricia Secco e Tina Machado

Patricia Secco e Tina Machado

Naura Schneider, Karla Vilar e Andréa Tupinambá

Naura Schneider, Karla Vilar e Andréa Tupinambá

Patricia Secco e Anna Accioly

Patricia Secco e Anna Accioly

Tonico Pereira e Maria Isabel Barroso Salgado (a Isabel do vôlei)

Tonico Pereira e Maria Isabel Barroso Salgado (a Isabel do vôlei)

Kátia d'Avillez, Patricia Secco, Catito Peres e Teresa Freire

Kátia d’Avillez, Patricia Secco, Catito Peres e Teresa Freire

João Miranda, Patricia Secco e Edgard Rocha

João Miranda, Patricia Secco e Edgard Rocha

Catito Peres, Luciana Guanabara, Patricia Secco e Geórgia Wortmann

Catito Peres, Luciana Guanabara, Patricia Secco e Geórgia Wortmann

Carlos Bertão, Tereza Accioly e Alê Teixeira

Carlos Bertão, Tereza Accioly e Alê Teixeira

Andrea Veiga, Almir Ghiaroni e Geórgia Wortmann

Andrea Veiga, Almir Ghiaroni e Geórgia Wortmann

Fotos: Cristina Granato

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Luto

Pitombo e a Rogéria no Baile de Carnaval de 2013

Pitombo e a Rogéria no Baile de Carnaval 

MORRE AOS 74 ANOS A ATRIZ ROGÉRIA
Rogéria nasceu em Cantagalo, no interior do estado do Rio de Janeiro, a mesma cidade de outra figura célebre – como declarou, “Em Cantagalo, nasceu a maior bicha do Brasil – no caso, eu – e o maior macho do Brasil, Euclides da Cunha”.

Desde sua infância tinha consciência da homossexualidade e na adolescência virou transformista e assumiu uma carreira de maquiadora. Antes disso, virou figura assídua no auditório da Rádio Nacional, particularmente nos programas estrelados pela cantora Emilinha Borba e de quem era fã incondicional.

Rogéria começou sua carreira como maquiadora da TV Rio, e ao conviver com inúmeros atores célebres teve o que descreveu como equivalente de uma estadia no Actors Studio, sendo estimulada a interpretar. Sua estreia ocorreu em 29 de maio de 1964, em um notório reduto gay de Copacabana, a Galeria Alaska.

Ao vencer um concurso de fantasias no carnaval de 1964, tentaram renomeá-la de Astolfo, “que fazia demais a ‘linha executivo’”, para Rogério, que levou o público a gritos de “Rogéria”, inspirando o nome artístico dela.

Figura frequente no cinema brasileiro participou também como jurada em vários programas de auditório nas últimas décadas, de Chacrinha a Gilberto Barros e também Luciano Huck.

Rogéria foi coreógrafa da comissão de frente da Escola de Samba São Clemente, representando Maria, a louca, num enredo que tratava dos 200 anos da vinda da família real ao Brasil. Em sua passagem, foi recebida com carinho pelo público.

Foram muitas as incursões de Rogéria nos palcos do Brasil e do mundo. Foi vedete de Carlos Machado e em 1979 ganhou o Troféu Mambembe por uma peça que fazia com Grande Otelo. Em fevereiro de 1976, participou de um espetáculo chamado Alta Rotatividade – comédia na qual contracenava com a atriz Leila Cravo e os atores Agildo Ribeiro e Ary Fontoura.

No ano de 2007, estreou o espetáculo 7, O Musical, sob a direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho. No espetáculo, atua ao lado de Zezé Motta, Eliana Pittman, Alessandra Maestrini, Ida Gomes, Jarbas Homem de Mello e outros. O espetáculo estreou em São Paulo no ano de 2009.

Desde 2004 ao lado da atriz Camille K, faz uma peça com outros notórios transformistas no Teatro Rival do Rio, Divinas Divas, que ficou dez anos em cartaz. A produção inspirou um documentário homônimo dirigido pela atriz Leandra Leal.

Em 2016, lançou sua biografia Rogéria – Uma mulher e mais um pouco, de Marcio Paschoal. Em 8 de agosto de 2017, Rogéria se internou no Hospital Unimed Barra, na Zona Oeste do Rio, com um caso de infecção urinária. Faleceu no dia 4 de setembro, depois de uma complicação após uma crise convulsiva. O Hospital Unimed-Rio informou que a causa da morte de Rogéria foi um choque séptico.

A previsão é de que o velório comece a partir das 11h, no Teatro João Caetano, no Centro do Rio de Janeiro. Nos primeiros momentos, o velório será fechado apenas para pessoas próximas e da família. De 13h às 18h, será aberto ao público. O sepultamento da artista será na quarta-feira (6/9), na cidade de Cantagalo, na Região Serrana do Rio de Janeiro, onde ela nasceu.
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