Arquivo para abril, 2018

Aniversário

15 ANOS DE JOÃO PEDRO NASCIMENTO
Tarde de sábado (28) de muita alegria e felicidade para João Pedro Nascimento que ao lado dos seus pais Leonardo e Poliana Nascimento e dos avós paternos  Nair e Edval Nogueira Nascimento comemorou seus 15 anos. O local escolhido foi o Vivaz Espaço de Festas, numa tarde animada pela banda Carlos Junior.

João Pedro Nascimento

João Pedro Nascimento

João Pedro Nascimento entre seus avós paternos Edval Nogueira e Nair Vinhas Nascimento

João Pedro Nascimento entre seus avós paternos Edval Nogueira e Nair Vinhas Nascimento

João Pedro com sua mãe Poliana Nascimento

João Pedro com sua mãe Poliana Nascimento

Nair Vinhas Nascimento com seu neto João Pedro Nascimento

Nair Vinhas Nascimento com seu neto João Pedro Nascimento

Fotos: Pitombo

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Aniversário

40 ANOS
Zé Neto e suas filhas Maria e Luíza receberam na noite desse sábado (28) tribos de amigos para comemorar os 40 anos de sua mulher Naíana Santana na Boate do Cajueiro. O mundo colorido e brilhoso dos anos 80, se fez presente em uma noite impar e animada ao som da banda 80 na Pista com serviços divinos de Will Bittencourt .

Naiana Santana.

Naíana Santana

Naiana Santana e Ze Neto com as filhas Maria e Luiza Santana

Naíana Santana e Zé Neto com as filhas Maria e Luíza Santana

Nair Vinhas Nascimento, Ailton Pitombo e Marinalva rios

Nair Vinhas Nascimento, Ailton Pitombo e Marinalva Rios

Edval e Nair Vinhas Nascimento com Naiana Santana

Edval e Nair Vinhas Nascimento com Naíana Santana

Naiana Santana entre Alfreda e Adelmario Xavier

Naiana Santana entre Alfreda e Adelmario Xavier

Alfreda Xavier com o Pitombo

Alfreda Xavier com o Pitombo

Adelmario e Alfreda Xavier com Ivanberg e Sony Lima

Adelmario e Alfreda Xavier com Ivanberg e Sony Lima

Reginaldo Pereira, Adelmario e Alfreda Xavier, Ivanbergue e Sony Lima e o Pitombo com Zé Neto e Naiana Santana

Reginaldo Pereira, Adelmario e Alfreda Xavier, Ivanbergue e Sony Lima e o Pitombo com Zé Neto e Naiana Santana

Fotos: Pitombo

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Teatro

UM BAILE DE MÁSCARAS
Encenada pela primeira vez no Rio há 100 anos, “Um baile de máscaras”, do italiano Giuseppe Verdi, teve estreia de nova montagem futurista com direção de Pier Francesco Maestrini, na sexta-feira (27), no Theatro Municipal – a primeira ópera da programação de 2018 sob a presidência de Fernando Bicudo. O espetáculo se passa numa espécie de realidade virtual, com imagens em 3D projetadas em equipamentos cedidos pelo Kiel Theater, da Alemanha, parceiro de produção.

   Vera Tostes e Luiz Fernando Coutinho

Vera Tostes e Luiz Fernando Coutinho

   Isabelle Sawetz  e Antônio Paulo Pitanguy Muller

Isabelle Sawetz e Antônio Paulo Pitanguy Muller

 Luiz Fernando Coutinho e  Fernando  Torquatro

Luiz Fernando Coutinho e Fernando Torquatro

   Betty Gofman , Hugo Barreto e suas filhas Helena e Alice

Betty Gofman , Hugo Barreto e suas filhas Helena e Alice

   Antônio Calloni e Ilse Rodrigues

Antônio Calloni e Ilse Rodrigues

  Carlos Tufvesson e André Piva

Carlos Tufvesson e André Piva

   Marcio Gomes e Laura Proença

Marcio Gomes e Laura Proença

  Beth Pinto Guimarães e Ricardo Nauenberg

Beth Pinto Guimarães e Ricardo Nauenberg

  Pier Francesco Maestrini e sua irmã Sabrina Riso

Pier Francesco Maestrini e sua irmã Sabrina Riso

    Haroldo Costa e Mary Marinho

Haroldo Costa e Mary Marinho

 Katia Spolavori e Edmar Fontoura

Katia Spolavori e Edmar Fontoura

 Liége Monteiro e   Rachel Werri

Liége Monteiro e Rachel Werri

Priscila Bomfim , Eliane Lavigne , Leonardo Caimi e Gelcia Improta

Priscila Bomfim , Eliane Lavigne , Leonardo Caimi e Gelcia Improta

Priscilla Barbará e Paulo Muller

Priscilla Barbará e Paulo Muller

   Marco Rodrigues e Alice da Silveira

Marco Rodrigues e Alice da Silveira

  Ivan Mendes e Cassia Villas Bôas   - UM BAILE DE MASCARA - Abril 2018 - Foto CG

Ivan Mendes e Cassia Villas Bôas

  Sérgio Costa e Silva e Ignez Barreto

Sérgio Costa e Silva e Ignez Barreto

   Luiz Fernando Coutinho , Daniela Escobar e Liége Monteiro

Luiz Fernando Coutinho , Daniela Escobar e Liége Monteiro

    Betty Gofman e sua filhas Alice e Helena

Betty Gofman e sua filhas Alice e Helena

Paulo Muller e Aloisio de Abreu

Paulo Muller e Aloisio de Abreu

   Milton Cunha e Monique Elias

Milton Cunha e Monique Elias

Fotos: Cristina Granato

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Lançamento

LANÇAMENTO DAS “BIG BAGS”
Criada no Rio de Janeiro, a marca LGGL ( Lucia Guanabara e Gisele Litch) foi feita para as pessoas que gostam de ter uma peça estilosa e prática, misturando arte e singularidade. A grife oferece modelos de linho feitos à mão, que trazem versatilidade e excepcionalidade num estilo único e diferenciado.

  Giselle Litch e  Luppa Marinho

Giselle Litch e Luppa Marinho

Renata Ceribelli e Patricia Secco

Renata Ceribelli e Patricia Secco

   Lucia Guanabara e Marcelo Itagiba

Lucia Guanabara e Marcelo Itagiba

 Tereza Freire , Keka Mendes e Patricia Secco   -  Lançamento  BIG BAGS - Abril 2018 - Foto CG

Tereza Freire , Keka Mendes e Patricia Secco

  Rodrigo Rocha  e Aglae de Chalus

Rodrigo Rocha e Aglae de Chalus

  Alexandre Agra- , Igor Saboia e Toni Oliveira   Lançamento  BIG BAGS - Abril 2018 - Foto CG

Alexandre Agra- , Igor Saboia e Toni Oliveira 

  Andrea Liberal e Giselle Litch

Andrea Liberal e Giselle Litch

 Giselle Litch e  Lucia Guanabara

Giselle Litch e Lucia Guanabara

  Marcella Maia e Andréa Carneiro

Marcella Maia e Andréa Carneiro

  Antônia Oliveira e Giselle Litch

Antônia Oliveira e Giselle Litch

   Mabity Pereira da Silva  e Maria Claudia Coimbra

Mabity Pereira da Silva e Maria Claudia Coimbra

   Lucia , Teresa Freire  , Patricia Secco  e Ricardo Hachiya

Lucia , Teresa Freire , Patricia Secco e Ricardo Hachiya

 Patricia Secco e Maria Claudia Coimbra

Patricia Secco e Maria Claudia Coimbra

   Lucia Guanabara , Toni Oliveira e Giselle Litch

Lucia Guanabara , Toni Oliveira e Giselle Litch

   Lucia Guanabara e Toni Oliveira

Lucia Guanabara e Toni Oliveira

   Keka Mendes , Luiz de Freitas ,  Patricia Secco e Zé Arara

Keka Mendes , Luiz de Freitas , Patricia Secco e Zé Arara

  Napoleão Lacerda , Thereza Formiga , Lucia Guanabara  e Fernanda Von

Napoleão Lacerda , Thereza Formiga , Lucia Guanabara e Fernanda Von

     Giselle Litch , Patricia Xavier , Alexandre Agra e  Lucia Guanabara

Giselle Litch , Patricia Xavier , Alexandre Agra e Lucia Guanabara

Fotos: Cristina Granato

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Lançamento

LANÇAMENTO DO  “TAROT DO DESTINO”  de  CRISTINA LYRA
Cristina Lyra fez lançamento do seu Tarot na Livraria Argumento – Leblon. Cristina Lyra é formada em jornalismo, yoga e artes cênicas. Foi apresentadora durante 10 anos dos principais jornais da Band e Rede TV. Trabalha  como professora de Yoga e é cocriadora do Método ATA – Arte e Tarot da Alma.

 As irmãs Tatiana e Andrea Mendonça

As irmãs Tatiana e Andrea Mendonça

  As primas  Cristina  Lyra  e Kay Lyra

As primas Cristina Lyra e Kay Lyra

 Paulo Tadeu e Cristina  Lyra

Paulo Tadeu e Cristina Lyra

   Jorge Pontual e Isabela Menezes

Jorge Pontual e Isabela Menezes

 Magda Botafogo e Carlos  Lyra

Magda Botafogo e Carlos Lyra

Cristina Lyra ,  Maria Helena e Carlos  Lyra

Cristina Lyra , Maria Helena e Carlos Lyra

_Jayme Periard  e Isabela Menezes

Jayme Periard e Isabela Menezes

Fotos: Cristina Granato

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Museus

OS CASARÕES DAS ARTES
Conheça a Casa Roberto Marinho e outras antigas residências com acervos culturais e artísticos de portas abertas para o público.

Casa Roberto Marinho Casarão em estilo neoclássico foi construído em 1939 e teve como referência o Solar Megaípe, uma mansão pernambucana do século XVIIFoto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo Leia mais: https://oglobo.globo.com/rioshow/os-casaroes-das-artes-22631060#ixzz5DyOk3o8e stest

Casa Roberto Marinho Casarão em estilo neoclássico foi construído em 1939 e teve como referência o Solar Megaípe, uma mansão pernambucana do século XVIIFoto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo

INSTITUTO CASA ROBERTO MARINHO
O programa começa no jardim planejado por Burle Marx, que, além de natureza exuberante, abriga esculturas de Maria Martins, Bruno Giorgi, Ascânio MMM, Beth Jobim, Carlos Vergara e Raul Mourão. Depois, é hora de rumar para o belo casarão cor-de-rosa e apreciar parte da coleção de 1.473 obras adquiridas ao longo de sete décadas pelo jornalista Roberto Marinho, com foco no modernismo e na abstração informal brasileiros. Não por acaso, a exposição de estreia é “Modernos 10 — Destaques da Coleção”, com 124 obras de dez grandes modernistas: Pancetti, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Ismael Nery, Guignard, Djanira, Milton Dacosta, Lasar Segall, Portinari e Burle Marx.

— Estão ali pintores da mesma geração de Roberto Marinho, então jovens que começavam a carreira naquela época, e que representam um importante momento do Brasil — diz o arquiteto, antropólogo e curador Lauro Cavalcanti, que é o diretor do espaço e acompanhou a transformação da casa em centro cultural, que tem ainda livraria, café, cinema e salas para oficinas e cursos sobre temas relacionados a artes.

Segundo Lauro, a ideia é criar um “centro de referência do modernismo brasileiro”, aproveitando a vocação da coleção e conjugando-a à arquitetura da casa, uma construção de 1939 que teve como referência o Solar Megaípe (mansão pernambucana do século XVII) e agora foi renovada, mantendo boa parte de suas características originais, pelo arquiteto Glauco Campello. Os salões do primeiro andar não foram muito modificados e guardam, por exemplo, o piano de cauda da família. Já o segundo piso, pelo qual se chega através de uma bela escadaria onde está exibida uma obra de Frans Krajcberg, foi remodelado e pouco lembra uma casa de família — mas uma placa sinaliza a sacada do quarto de Roberto Marinho.

Instituto Casa Roberto Marinho: Rua Cosme Velho 1.105, Cosme Velho (3298-9449). Ter a dom, do meio-dia às 18h. Grátis (qua) e R$ 10. Café Metiers: ter a sex, do meio-dia às 18h; sáb, dom e feriados, das 9h às 19h.

Instituto Moreira Salles-Instituto Moreira Salles - Robert Polidori / Divulgação

Instituto Moreira Salles-Instituto Moreira Salles – Robert Polidori / Divulgação

INSTITUTO MOREIRA SALLES
No alto da Gávea, outro casarão se destaca em meio à Floresta da Tijuca: a sede do Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro (o IMS também está em Minas Gerais e em São Paulo), palacete moderno de 1948 que já foi residência do embaixador Walther Moreira Salles e palco de grandes recepções da sociedade carioca. Mais uma vez, assim como no Instituto Casa Roberto Marinho, estão ali os jardins de Roberto Burle Marx, que, junto a uma bonita piscina curva no pátio, dá todo um charme à área externa da construção projetada por Olavo Redig de Campos.

Mas, além do prazer de visitar as charmosas instalações da casa — e se estender em um café da manhã ou almoço leve sob os ombrelones do Empório Jardim —, está a possibilidade de conhecer o rico acervo em música, literatura e iconografia do espaço, oriundo de doações do Unibanco e da família Moreira Salles.

Na área de fotografia, na qual o IMS Rio se destaca, está um acervo de dois milhões de imagens, de registros do século XIX (como as fotos de Marc Ferrez) a coleções do século XX, com obras de Marcel Gautherot, José Medeiros, Maureen Bisilliat, Thomaz Farkas, Hans Gunter Flieg e Otto Stupakoff, entre outros. Em 2016, uma coleção dos jornais do grupo Diários Associados foi adquirida, com cerca de um milhão de itens.

Discos em 78 rpm e 21 mil fonogramas fazem parte do acervo musical, com coleções de José Ramos Tinhorão e Humberto Franceschi. Estão ali registros de Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e Pixinguinha. Já no acervo literário, entre cartas, papéis, documentos e livros, destacam-se os arquivos pessoais de Otto Lara Resende, Erico Verissimo, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, Rachel de Queiroz, Lygia Fagundes Telles e Paulo Mendes Campos, entre outros. E, por fim, na parte de iconografia do IMS, aquarelas, gravuras e desenhos em papel compõem um painel de

1.800 imagens, muitas produzidas por artistas viajantes que vieram ao Brasil em expedições diplomáticas ou culturais, como o inglês Charles Landseer, que chegou em 1825 e deixou por aqui belas aquarelas, ou ainda o alemão Von Martius (Carl Friedrich Philipp), que desbravou — e desenhou — a natureza brasileira entre 1817 e 1820. Uma sala de cinema completa a lista de atrações do IMS, que eventualmente também oferece espetáculos musicais.

Casa Museu Eva Klabin: Av. Epitácio Pessoa 2.480, Lagoa (3202-8550). Ter a dom, das 14h às 18h. Grátis (sáb e dom) e R$ 10 (ter a sex).

MuseuAnalice Paron / Agência O Globo. - Analice Paron / Agência O Globo

Museu Analice Paron / Agência O Globo. – Analice Paron / Agência O Globo

CASA MUSEU EVA KLABIN
Em meados do século passado, a colecionadora e mecenas Eva Klabin fez de sua residência à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas um museu das artes plásticas, fechado ao grande público, mas aberto a amigos e figurões da sociedade que frequentavam as badaladas e luxuosas festas das quais ela era anfitriã. Passaram por ali o ex-presidente Juscelino Kubitschek, o político israelense e Nobel da Paz Shimon Peres e os poderosos americanos David Rockfeller e Henry Kissinger, este último ex-secretário de Estado.

Sem herdeiros, Eva deixou a casa como um “bem público”, tornando-se Fundação em 1990 e Casa Museu em 2017. Eva morreria em 1991, mas seu legado artístico, uma coleção de cerca de duas mil peças, entre obras de arte e objetos de decoração, que incluem pinturas de Tintoretto (a única da América Latina!), Donatello, Botticelli e Pissarro, gravuras de Rembrandt, estatuetas de terracota do período helenístico (séculos IV a.C. a I d.C.) e um vaso ritual Kuei em bronze da dinastia Shang (de 1557-1050 a.C.), está exposta tal como ela deixou. Não houve obras na casa e nenhuma peça mudou de lugar.

— Esta é a única casa museu do Rio de Janeiro que se manteve inteiramente como a proprietária deixou. E a coleção de Eva é fabulosa, contempla um arco de 3 mil anos de história da arte, que o visitante conhece num passeio de uma hora. Ao mesmo tempo, temos uma instituição contemporânea, que abriga um programa de educação ativo, com visitas guiadas de alunos de escolas, cursos e séries musicais (Veja mais em Infantil), e um programa de exposições que a cada ano traz obras de artistas contemporâneos (as últimas foram de Arthur Bispo do Rosário) para fazer intervenções no espaço, se misturando ao acervo e atraindo um público novo e interessado em arte contemporânea — diz o curador Marcio Doctors.

Casa Museu Eva Klabin: Av. Epitácio Pessoa 2.480, Lagoa (3202-8550). Ter a dom, das 14h às 18h. Grátis (sáb e dom) e R$ 10 (ter a sex).

Anexo do Museu da Chacara do Céu - Custódio Coimbra / Foto Custodio Coimbra

Anexo do Museu da Chacara do Céu – Custódio Coimbra / Foto Custodio Coimbra

MUSEUS CASTRO MAYA
Por si só, a vida ostentosa que o empresário e colecionador Raymundo Ottoni de Castro Maya, famoso pelas festas e pelos jantares fabulosos que oferecia aos amigos nos anos 30 e 40 (com direito a joias dentro do bolo), já renderia uma boa história. Mas é sobre a sua coleção de cerca de 22 mil obras, entre pinturas, esculturas, azulejos, mobílias, pratarias e livros, distribuídas para visitação em suas duas residências — a Chácara do Céu, em Santa Teresa, e o Museu do Açude, no Alto da Boa Vista — que se concentra a atenção de quem visita os espaços.

Nesta última, à exuberância da Floresta da Tijuca que circunda a casa soma-se a riqueza do Espaço de Instalações Permanente, com obras ao ar livre de Iole de Freitas, Lygia Pape, Nuno Ramos e Hélio Oiticica, entre outros. <sw,-26>Na casa em estilo neoclássico, estão obras que apontam para o interesse de Castro Maya sobre a natureza, bem como uma coleção de arte oriental (parte foi para a Chácara, devido à umidade da mata).

— A coleção de arte oriental é tida como a maior e mais importante coleção pública do gênero do Brasil e já vale a visita. Mas a exposição de obras ao ar livre idealizada por Marcio Doctors quando ele foi curador da casa é uma ideia fabulosa e pioneira: sem querer competir, fizemos isso no Museu do Açude bem antes de existir Inhotim — diz Vera de Alencar, diretora dos Museus Castro Maya.

Completam o acervo do museu no Alto uma exposição retratando facetas da vida de Castro Maya e outra com matrizes de litografia usadas na estamparia de produtos das indústrias de Castro Maya, instaladas na Galeria Debret (onde antes ficavam as obras do francês Jean-Baptiste Debret, agora em Santa Teresa). Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1974, o Museu da Chácara do Céu — de onde, em 2006, foram roubadas telas de Picasso, Dalí, Matisse e Monet — abriga exposições de longa duração e temporárias, além de manter dois cômodos com o mobiliário e a decoração originais.

Museu do Açude: Estrada do Açude 764, Alto da Boa Vista — 3433-4990) Qua a seg, das 11h às 17h. Grátis (qui) e R$ 6.

Museu Chácara do Céu: Rua Murtinho Nobre 93, Santa Teresa — 3970-1093. Qua a seg, do meio-dia 12h às 17h. Grátis (qua) e R$ 6).

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Aniversário

Naiana e o deputado Zé Neto

Naiana Santana e o deputado Zé Neto

40 ANOS
Zé Neto e suas filhas Maria e Luiza recebem seus familiares para comemorar os 40 anos de sua mulher Naiana Santana, nesse sábado às 22:00 horas na Boate do Cajueiro. O convite pede roupas exageradas e multicoloridas para juntos reviverem os anos 80 com muito estilo e alegria. Será exigido convite na entrada, afinal o evento e restrito a família e amigos íntimos.

LANÇAMENTO JOIAS
A Virginia Falcão Joias, Thalita Joias e Brandão Joias acabam de receber ma riqueza em joias e semi-joias com preços inacreditáveis!!!!!!

NO TUNEL DO TEMPO
O NoiteDia Produções realizará no  dia 25 de maio as 20 hs no Los Pampas Churrascaria com a banda Flash Back, Paulo Bindá e o humorista do Faustão Marlon Rossi. Acompanha o ingresso shows e jantar.

JAZZ NO MAC
Nesse sábado (28) será realizado no Museu de Arte Contemporânea Raimundo Oliveira a segunda edição do Jazz no MAC. Com um repertório formado por composições autorais, stand up de jazz mundial e clássicos da música instrumental brasileira, o compositor e pianista Tito Pereira vai comandar mais uma edição do projeto com seu quarteto, ao lado do músico Rony Santini. O Jazz no MAC tem o apoio da Fundação Egberto Costa e Prefeitura de Feira de Santana.

FEIRA DO LIVRO JÁ TEM DATA DEFINIDA
No período de 25 a 30 de setembro ocorrerá a 11ª edição da Feira do Livro – Festival Literário e Cultural de Feira de Santana, promovida pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). A data da programação foi definida durante uma reunião da comissão organizadora, que aconteceu na última semana e contou com a presença de representantes das entidades parceiras do evento.

Ana Cristina Portugal, Dilma Portugal e Eva Pedreira

Ana Cristina Portugal, Dilma Portugal e Eva Pedreira

LANÇAMENTO OUTONO INVERNO
Eva Pedreira Multimarcas desembarca do Sul do Pais com sua nova coleção. São peças lindíssimas e com preços atrativos.

MERCADO DE ARTE POPULAR
Desde fevereiro deste ano que os Ensaios de Micareta, promovidos pela Fundação Egberto Costa através da Prefeitura de Feira de Santana, prepararam o clima de folia na cidade! E, neste sábado, primeiro final de semana depois da Micareta, a alegria continua no Mercado de Arte Popular, a partir das 12h, para acabar com a saudade de quem já está contando os dias para a festa do próximo ano.

Neste sábado o evento vai ser comandado pelos cantores Mano Gavazza, Márcia Porto e Djalma Ferreira com a participação especial da banda Outros Baianos. E promete mistura de ritmos e muita agitação no ritmo de antigos sucessos carnavalescos.

Casa Roberto Marinho

Casa Roberto Marinho

ESPAÇO CULTURAL
A casa onde o jornalista Roberto Marinho viveu no Rio de Janeiro virou um espaço cultural dedicado à arte e à educação. No local, o público poderá ver mais de 1,4 mil obras que ele reuniu ao longo da vida, no bairro do Cosme Velho, na Zona Sul.

O mais novo espaço cultural do Rio foi inaugurado nesta quinta-feira (26) por Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho, filhos de Roberto Marinho. As três telas com imagens do Rio enfeitavam a sala do jornalista no jornal O Globo. O que era um acervo pessoal vai ser exposto ao público a partir  desse sábado (28).

O centro cultural vai funcionar em uma casa neocolonial, de 1939, construída sob o Cristo Redentor. Desde o início, a construção foi uma aposta no talento nacional. Em vez do estilo europeu em moda na época, a escolha foi a arquitetura colonial brasileira, inspirada numa construção erguida 300 anos antes em Pernambuco, o Solar de Megaípe.

Foi no solar do Come Velho que Roberto Marinho viveu por 60 anos e começou uma coleção de arte com um quadro de José Pancetti. No local, reuniu artistas plásticos, cantores e escritores, em encontros culturais que ficaram na memória da cidade.

O passeio pela Casa Roberto Marinho começa pelo jardim projetado por Burle Marx. É o início de um roteiro feito por artistas consagrados como Franz Krajcberg, autor de uma escultura em vermelho, logo na entrada.

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