Iate

History-Supreme o iate mais caro do mundo

IATE HISTORY SUPREME EM OURO
History Supreme: o iate mais caro do mundo construído com 100 mil quilos de ouro. Já que estava com dinheiro sobrando, o bilionário Robert Kuok, da Malásia, decidiu encomendar um iate de 100 pés para melhor aproveitar a vida.

Como a grana não iria fazer falta mesmo, encomendou o projeto logo a Stuart Hughes — famoso designer e joalheiro britânico de gadgets de alto luxo, que tem entre suas criações extravagantes uma versão do iPhone produzida com 135 gramas de ouro 24 quilates, 600 diamantes brancos e um raro diamante preto, avaliada em US$ 16 milhões! E como queria uma embarcação realmente exclusiva, deu carta branca ao designer para carregar a mão no uso de materiais preciosos.

Lateral do History Supreme

Resultado: como era de se esperar, Hughes não economizou no brilho. Batizado de History Supreme, o iate de 30,5 metros tem toda a sua base e alguns acessórios a bordo, como a âncora, feitos de ouro maciço. Além disso, a pintura do casco é banhada com uma fina camada de ouro e diversas peças são de platina. Mas não para por aí. O iate ainda tem uma parede adornada com pedras de meteoro e ossos de Tiranossauro Rex de verdade!

Interno History Supreme

Suíte History Supreme

Parece exagero, não? E é exagero mesmo. No total, o joalheiro britânico aplicou 220.000 libras de ouro de 24 quilates (100 mil quilos!) na construção do History Supreme, opulência capaz de deixar os caríssimos iates do bilionário russo Roman Abramovich no chinelo.

Sim, “b”, de bilhões. No câmbio atual, o valor é equivalente a 3,3 bilhões de euros. Na casa dos dólares chega aos 3,82 bilhões, ou ainda 19,5 bilhões de reais! Provavelmente, o iate mais caro e exclusivo do mundo. Dessa vez, Stuart Hughes realmente se superou.

Distanciamento

Distanciamento social fora do museu de cera Madame Tussauds, em Londres (Foto: Reuters Hanna -Rantala)

OBRAS DE CERA CUMPREM DISTANCIAMENTO SOCIAL 
As figuras mais famosas do museu de cera Madame Tussauds deram o exemplo e formaram uma fila com distanciamento do lado de fora do museu que seria reaberto  com a rainha Elizabeth liderando o caminho, seguida pelo primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e a cantora Taylor Swift.

O príncipe Harry e sua esposa, Meghan, vinham em seguida, com o presidente dos EUA, Donald Trump, atrás deles. Uma das atrações turísticas mais amadas de Londres, Madame Tussauds fechou suas portas em 20 de março e  permitiu visitantes novamente  sábado, 1º de agosto.

RESTAURANTE UNIQUE  E FAENZA
Fechado há alguns meses por causa da pandemia do novo coronavírus, o Restaurante Unique e Faenza, uns dos mais sofisticados de Feira de Santana, volta a funcionar nesta segunda-feira (17). A casa, comandada pelo empresário Jairo Carneiro Filho, reabre seguindo todos os protocolos de segurança e respeitando as normas do Ministério da Saúde, da Vigilância Sanitária e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

AGRADECIMENTO
Meus sinceros agradecimentos ao prefeito de Feira de Santana, Dr. Colbert Martins Filho, por atender a minha solicitação em minha coluna para repavimentação asfáltica da Rua Marechal Castelo Branco no bairro dos Capuchinhos. Serviço de qualidade está sendo feito sem ser o tal tapa buracos. Será preciso repavimentar as ruas laterais que estão na mesma situação!

ABERTURA DO COMÉRCIO SEM ESCALONAMENTO ESTÁ MANTIDA
O prefeito Colbert Martins Filho manterá o comércio funcionando sem escalonamento por mais duas semanas. A prorrogação do decreto do dia 27 de julho foi confirmada em entrevista coletiva online na manhã desta segunda-feira (10).

BUENOS AIRES ABRE AS PORTAS DOS TEATROS
Os teatros da cidade de Buenos Aires vão reabrir suas portas a atores e trabalhadores do setor, mas não ao público, e vão transmitir suas peças ao vivo via streaming. A decisão veio após autorização do governo para a retomada da atividade das salas, fechadas desde março para conter a propagação do coronavírus.

DIVALDO FRANCO DE VOLTA A SALVADOR
O médium e orador espírita Divaldo Franco tem retorno previsto para Salvador nesta quarta-feira (12). Ontem (10), ele passou por uma revisão pós-cirúrgica, ainda em São Paulo, e se encontra bem. As informações são do Centro Espírita Caminho da Redenção e da Mansão do Caminho.

ATUALIZAR CADASTRO DO SUS
Moradores de Feira de Santana devem atualizar ou realizar o cadastro do SUS (Sistema Único de Saúde) até o próximo dia 31. A informação é da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Esse cadastro pode ser feito de forma presencial na unidade de saúde mais próxima da residência, através do agente comunitário de saúde ou acessando o formulário online no link: https://cadastro-sus-feira.paperform.co/#pag.

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História

Embora mal soubesse ler ou escrever em francês e tivesse chegado na Inglaterra sem falar inglês, Madame Tussaud triunfou

VIDA INACREDITÁVEL DE MADAME TUSSAUD
Em 1838, aos 80 anos, uma mulher extraordinária resolveu ditar suas memórias a uma amiga, falando sobre si própria sempre na terceira pessoa: “Madame Tussaud nasceu em Berna em 1761”.

Suas memórias, cartas e documentos oferecem uma visão única da criação do império mundialmente famoso de museus de cera que levam seu nome. Alguns dos detalhes do relato sobre sua vida, no entanto, não parecem exatamente precisos. Mesmo assim, são fascinantes.

Licença poética
No relato da artista, a verdade em si parece tão maleável quanto a cera manipulada por Tussaud. Mesmo dados objetivos como local de nascimento e filiação não são verdadeiros quando comparados a outras fontes.

“Seu pai, que morreu antes de seu nascimento, era militar e seu nome, Grosholtz, era respeitado”, ditou a francesa. Mas a história de Marie Tussaud começou na realidade em Estrasburgo, não na rica cidade de Berna. E sua família estava longe de ser ilustre.

Até hoje, os museus Madame Tussauds usam as técnicas que Philippe Curtius ensinou a Marie

Quando o pai morreu, a mãe da jovem Marie procurou um cunhado e pediu ajuda. O nome dele era Philippe Curtius, um médico e anatomista que virou modelador de cera na cidade de Berna. Ele decidiu empregar a mãe de Marie como governanta e acabou muito apegado à menina, a quem começou a ensinar sua arte.

Primeiros passos
Philippe Curtius era uma figura conhecida em Berna. Costumava ser procurado por seus conhecimentos sobre magia e anatomia, e seus modelos de cera eram disputados na região. Ele aprendeu o ofício em meados do século 18, quando o acesso a cadáveres para dissecações ficou mais difícil. Assim, modelos em cera para o aprendizado e ensino de anatomia viraram artigo de primeira necessidade.

Voltaire foi uma das pessoas retratadas pela artista, dois meses antes da morte dele

À medida que a fama aumentou, Curtius ampliou seus negócios e decidiu abrir um espaço de exposições no Boulevard Du Temple, em Paris. Junto a imagens de criminosos, Curtius expunha bustos das celebridades da época — uma fórmula que mais tarde daria fama à sua sobrinha em todo o mundo. Ao perceber que Marie levava jeito e aprendia rápido, Curtius a tornou sua aprendiz. A tarefa da jovem era fazer os moldes das cabeças dos personagens principais daquele período.

Real?
Marie mergulhou completamente no processo e começou a ficar conhecida. Suas habilidades foram se refinando, assim como a sua reputação. Ao menos segundo o seu livro de memórias.

Na corte de Versalhes, havia poucas oportunidades de a burguesia estar lado a lado com a aristocracia.

“Entre os membros da família real, que costumavam fazer visitas e admirar o trabalho de Curtius e de sua sobrinha, estava Madame Elisabeth, irmã do rei”, diz o texto. Marie conta que a princesa pediu-lhe para ensinar a arte da modelagem com cera. Segundo a artista, Madame Elisabeth gostava tanto de sua companhia que pediu permissão a Monsieur Curtius para levá-la para morar no Palácio de Versalhes.

Tudo isso, no entanto, é altamente improvável.Marie não aparece em registros oficiais. Além disso, em uma estrutura hierárquica altamente controlada, alguém que ganhasse dinheiro com vendas em Paris como Curtius jamais teria tido acesso ao círculo íntimo real.

14 de julho de 1789: a queda da Bastilha
Depois de outros relatos de supostas conversas com a realeza, as memórias ganham tom mais dramático. A vida da jovem Marie estava prestes a passar por uma reviravolta. Explica-se: a Revolução Francesa estava chegando.

Assim como Marie, Curtius era um monarquista, mas também um homem de negócios sagaz. A partir da revolução, ficou muito perigoso manter bustos da família real à vista do público e o escultor sabia que precisaria mudar seu estilo para sobreviver naquele mercado.

O primeiro episódio que Madame Tussaud narra sobre o “sangrento começo da revolução” foi quando “o público começou a se reunir nas ruas exigindo bustos dos ídolos do povo”.

Àquela altura, a exibição de figuras de cera começara a cumprir um papel semelhante ao dos noticiários de hoje. As pessoas visitavam o espaço de exposições para saber sobre os últimos acontecimentos e entender quem eram as pessoas-chave a se conhecer na época. Marie e Curtius constantemente mudavam os bustos de lugar, em uma tentativa de refletir as mudanças de comando na revolução.

Segundo as memórias da artista, cabeças decapitadas durante a revolução eram imediatamente levadas a Madame Tussaud, “cujos sentimentos podem ser mais facilmente imaginados do que descritos”, conforme diz o texto.

“Tremendo de horror, ela era forçada a fazer moldes.” Marie conta que fazia os modelos de cera dos guilhotinados nos degraus da sala de exposição. Embora a cena pareça inverosímil, neste caso ela é real: a imagem é corroborada por relatos de outras pessoas. Além disso, sabe-se que a exposição efetivamente incorporou as cabeças dos revolucionários decapitados.

Por mais desagradável que fosse produzi-los, os retratos de cera macabros das vítimas mais famosas atraíram ainda mais multidões ao ateliê.

A cena horrenda que Marie descreveu realmente aconteceu: os corpos eram trazidos, e ela tinha que fazer moldes e figuras de cera o mais rápido possível.

Robespierre, líder do chamado período do terror da Revolução, foi para a guilhotina em 1794. A França estava em guerra, dentro e fora de suas fronteiras. Em meio a este caos, o tio de Marie foi designado tradutor no exército francês. Depois de alguns meses, ele voltou para casa muito doente e morreu, pouco depois. Marie foi nomeada como única herdeira de sua casa em Versalhes, assim como da sala de exposições no Boulevard Du Temple.

A senhora Tussaud
Marie não ficou sozinha por muito tempo e casou-se com François Tussaud, um engenheiro que investia em ações e teatros. No entanto, ele estaria interessado apenas no dinheiro da artista e, como marido, de acordo com o relato, François era um fardo. Com ele, apesar de tudo, Marie finalmente conseguiu deixar para trás o sobrenome de uma família popular. Assim, passou de mademoiselle Grosholtz para madame Tussaud.

Na época, era difícil imaginar qual seria o destino de Tussaud em Londres

Ela tinha 37 anos quando teve seu primeiro filho, Joseph. A segunda filha morreu ao nascer, e outro filho nasceu no ano seguinte: François. A vida de casada era infeliz e a revolução estava arruinando os negócios de Marie. Os turistas não iam mais a Paris, as pessoas tinham menos dinheiro e os ricos que sobreviveram à guilhotina acabaram deixando a França. Este poderia ter sido o fim da história da artista mas, em uma manhã de outubro de 1802, um encontro com um amigo da família mudou o curso de sua vida.

“Phantasmagoria”
Paul de Philipsthal era um artista itinerante alemão que dizia conseguir se conectar com o além. Quando foi revelado que ele era na verdade um charlatão, Philipsthal deixou seu país e foi para Paris em busca de um público mais suscetível.

O horror atraía o público.

Ele usava a Lanterna Mágica, um desdobramento da câmera obscura — que por sua vez era um ancestral dos projetores de slides, algo que fascinava os ricos europeus no século 17. Os shows foram chamados de phantasmagoria (reunião de fantasmas). O público entrava em uma sala completamente escura e era bombardeado por uma série de imagens de fantasmas e espíritos malignos.

Philipsthal procurava outros elementos para adicionar ao show e sugeriu que Marie fosse com ele para a Inglaterra. Ela topou. Arrumou suas coisas, deixou o marido encarregado pela sala de exposições em Paris e o deixou filho caçula com a avó. Depois, atravessou o Canal da Mancha com o filho mais velho, Joseph, de 5 anos.

A figura de Napoleão ajudou a artista a ficar rica

O homem de sua vida
Em 1802, ela chegou a uma Inglaterra que vivia um misto de fascinação e de repulsa por tudo o que vinha da França. A França era o inimigo, e Napoleão era a fascinante figura central dessa estranha relação entre os países.

Madame Tussaud havia esculpido a imagem do imperador em cera e, assim, Napoleão se tornou a figura central em sua exposição. Depois de romper com Philipsthal, que se provou um mau sócio, ela começou a viajar pela Inglaterra com um show que até 1808 era chamado de “Gabinete de Curiosidades de Curtius”.

Quando chegava a um novo local, ela produzia grandes pôsteres e anunciava: “Especialmente para a sua cidade por tempo limitado… o Gabinete de Curiosidades de Curtius”. Mas esse “tempo limitado” não obedecia a datas exatas. Tussaud se mudava apenas quando a audiência se esvaziava e menos dinheiro começava a entrar no caixa, A viagem em si era uma forma de propaganda e cada uma de suas carruagens trazia o nome do show e um anúncio sobre seu próximo destino.

As carruagens que carregavam suas figuras de cera eram outdoors

Tussaud queria atrair a nova classe média rica. Ao contrário de outros espetáculos itinerantes, ela alugava salões amplos, bem mobiliados e decorados. Os modelos de cera eram distribuídos para que as pessoas pudessem andar entre eles e tocá-los. Este formato criado pela artista francesa acabou mudando a cara da modelagem de cera no Reino Unido, até então associada a um tipo de entretenimento mais popular ou à anatomia.

Madame Tussaud transformou-a em uma atração informativa para a classe média ascendente. “Todo mundo fica impressionado com minhas figuras. Eles nunca viram nada assim. Eles me tratam aqui como uma grande dama.”

Os visitantes caminhavam entre as figuras de cera das celebridades.

As turnês pelo Reino Unido ficaram cada vez mais lucrativas, e ela continuou a enviar dinheiro para o marido, que ainda estava na França, supostamente cuidando da educação de François, o filho mais novo. O homem, no entanto, gastou tudo.

Em 1812, François se viu obrigado a vender as figuras de cera do Boulevard Du Temple. Cinco anos depois, após a separação de seus pais, François viajou a Londres carregando uma foto da família para confirmar sua identidade.

Ele já não via a mãe e o irmão há 15 anos. O jovem era carpinteiro e seu posto nos negócios da mãe se focava na produção dos braços e das pernas das figuras. As duas crianças trabalhavam sob as ordens de Marie, e a exposição mudou de nome para “Madame Tussaud e Filhos”.

Londres, Baker Street

Capa do catálogo da exposição de Madame Tusssaud e filhos na Baker Street.

Em 1835, depois de três décadas percorrendo estradas do Reino Unido, Madame Tussaud e os filhos tinham construído um negócio próspero. Marie enfim conseguira juntar dinheiro suficiente para alugar uma sala de exposições em Baker Street, região central de Londres.Na época, ela não imaginava que aquela se tornaria sua sede permanente.

O plano original era passar alguns meses no centro de Londres, um ponto de convergência da moda, da cultura e da burguesia. Combinando imagens da sangrenta violência da Revolução Francesa com rostos de assassinos famosos, a “Câmara de Horror” atraiu multidões. Numa época em que as execuções não eram mais públicas, Tussaud permitia que as pessoas se aproximassem do mundo oculto do crime e da punição.

Em 1837, uma nova atração levou Madame Tussaud e sua exposição a outro patamar de popularidade. A jovem rainha Victoria permitiu que a artista a modelasse em cera. A estátua vestiria réplicas exatas de sua roupa de coroação. Tussaud caprichou e a rainha ficou tão satisfeita que trouxe os filhos para verem a peça pessoalmente, além de incentivar outros aristocratas a fazerem o mesmo.

Ela própria ficou famosa o suficiente para merecer uma figura de cera com sua semelhança

“Após 36 anos de residência, incluindo os últimos cinco em Londres, Madame Tussaud está mais na moda do que nunca. Ela escapou de massacres, foi salva da guilhotina e chegou a um retiro pacífico. A salvo, ela se despede dos seus leitores.”

É assim que termina a fascinante autobiografia, uma espécie de retrato de como Tussaud queria ser lembrada. Ela morreu em 15 de abril de 1850, aos 89 anos. Seu obituário apareceu em quase todos os jornais ingleses, que a qualificaram, sem exceção, como um “patrimônio nacional”.

Até hoje, o museu continua formando longas filas de londrinos e turistas britânicos e estrangeiros. Atualmente o Madame Tussauds tem nove salões na Ásia, sete na Europa, sete nos Estados Unidos e um na Oceania.

Pais

FELIZ DIA DOS PAIS
Um pai presente é como a luz que guia o peregrino durante sua longa jornada, ajuda a escolher o melhor caminho, oferece o conforto e calor, dá abrigo e segurança nos momentos mais difíceis da vida. Reconhecer essa luz é a recompensa maior que um pai e um filho podem receber em suas vidas.

Luci e Guto Silva com as filhas Renata, Viviann e Karinne Silva Guirra

Karinne e Luciano Guirra com os filhos Suri e Enzo Silva Guirra

Volney Pitombo e sua filha Paula Pitombo 

Reinaldo com seus pais Jaguaratan e Reinaldo Portugal

Icaro Yvvin com seus pais Adriana e Sérgio Lima

Nair e Edval com os Filhos Leonardo e Monalisa Nascimento

A saudosa Maria Carneiro ao lado de José Carlos Pedreira e seus filhos Mailin, Carla e José Carlos Pedreira Filho

Maria La Salette e Jodilton Souza com seus filhos Ana Clara, Mariana e Tiago Souza

Sebastião e Cinira Soares com seus filhos Gabriel, Sebastião Junior e Rosa Helena Soares

Leonardo e Poliana com seus filhos Paulo Henrique e João Pedro Nascimento

O cantor Paulo Bindá com seus filhos

Dr. Almério Libório Lopes de Noronha com seus filhos Almério Libório de Noronha Filho e Maria Alicia Pitombo Leite de Noronha

Mauricio Emmanuel e Thais Furlan e seus filhos Lorenzo, Stefano e Nicholas

Jorge Pontes com seus filhos – Pedro Henrique , Beatriz ,Vitória e Jorge 

Nilton com seus filhos Junior, Alex e Kely Mascarenhas

Eduardo e Viviann Oliveira com os filhos Gutinho e Eduardo Oliveira

João Martins Silva Filho ladeado pela sua mulher Maria Luíza e seus dois filhos Mariana Baleeiro e João Martins Neto

Carlos Neto e Haiana Barreto Freitas com seus filhos Augusto e e Bernardo Barreto Freitas

Eliana e Marcílio Costa com seus filhos Alan e Andre Costa

Jorge Pitombo Maltez entre os filhos Kauanne, Jorge Filho, Katherine Maltez e seu amor  Lucia Mendonça

João Carlos Viegas e seus filhos Pedro e João com Isabel Viegas

Luís Mercês sua mulher Rosângela e seus filhos Adelina, Pedro e Luís Mercês Júnior

Wânia Garcia  com seu marido João Garcia e seus filhos Alexandre, Itatiene e Erick

Fabio Falcão comemorando sua nova idade ao lado de sua mulher Ana Pala Falcão com seus filhos João Carlos e Fabio Filho

Maria Denise entre seu marido Lourimar Freitas e seus filhos Isalda, Carol, Carlos Neto, Alexandre e Ricardo Freitas

Zé Neto e Naiana com suas filhas Maria e Luiza

Adelmario e Alfreda Xavier com os filhos Tamara e Diego a nora Juliana e a neta Maria Eduarda

Yara Portugal e Luis Antonio Macedo Cruz com seu filho Pedro e Daniele Cruz

Maria Clara entre seus pais Yole Dultra e Paulo Oliveira

Lorena com seus pais Maria das Graças e Carlos Augusto Freitas

Barbara com seus pais Rita e Herval Dórea

Larisa, José Mercês Neto e seus pais Leonel e Neide Mercês Santos

Adriano com seus pais Rita e Miguel Dórea

Bruno com sua mulher Juliana seus pais Márcia e Arivaldo Pereira e sua filha Rafaela Pereira

Alice e Benício com seus pais Renata e João Lucas

Cristina e Claudio Aboim com filhos, Débora, Lucas, Laura,  e a neta Isabel

Getúlio e Eliana  com o filho David Carvalho Lima

Kika, Antonio José e suas filhas Ingrid e Angel

Dr. João Durval Carneiro e Ieda Barradas Carneiro cercada pelos seus filhos Márcia Meccia, Sérgio, Cristianna, João Henrique, Gal e Luiz Alberto

Waldir Ronaldo, Arnold e seu filho Joaquim Pitombo e seu sobrinho Pablo

Franz e Elis Reuter com a filha Sabrina Reuter

Debora e Grimoaldo com a filha Lorenza Rios 

Fotos:Pitombo

Luto

Andre Piva e Carlos Tufvesson

NOTA DE PESAR
Morreu na quarta-feira, (05), no Rio de Janeiro, o arquiteto gaúcho André Piva. Ele sofria de leucemia linfocítica aguda e estava internado no hospital Copa Star. Querido na alta sociedade carioca, ele tinha 52 anos e era talentosíssimo. Seu escritório, no Rio, fez obras belíssimas e seu sepultamento foi na amanhã da quinta-feira, reservado à família. Ele era casado com o estilista Carlos Tufvesson.  Meus sentimentos a Carlos Tufvesson!

VAI FALTAR DENDÊ NA BAHIA
O Dendê líquido precioso que serve para preparar diversas iguarias baianas está prestes a não ser encontrado na Boa Terra. Os distribuidores do ó

leo afirmam que o problema foi à safra desse ano, que produziu muito abaixo do esperado. Os municípios da Costa do Dendê tiveram problema na produção. Sem dendê, não há acarajé, abará ou moquecas.

FEIRENSES PRODUZEM FILME SOBRE MARIA QUITÉRIA
A memória da heroína Maria Quitéria ganha mais uma homenagem. Foi lançado em Feira de Santana o filme ‘Maria Quitéria Honra e Gloria’. O produtor Antônio Silva é um dos criadores do filme. O filme está disponível gratuitamente no youtube, Instagram e facebook e é uma produção totalmente feirense.

RECAPEAMENTO ASFÁLTICO DE DEZENAS DE RUAS
O prefeito Colbert Martins Filho disse, nesta quarta-feira (5) que as 25 mil toneladas de asfalto a quente, o CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente), compradas pela Prefeitura de Feira de Santana, serão aplicadas nos trechos onde a pavimentação está mais castigada.

Segundo ele, vai beneficiar dezenas de ruas, mas não especificou quais. Não será uma simples operação tapa-buracos. Mas, trechos inteiros da pavimentação que estão mais degradados, estragados, onde tem mais buracos, vão ser trocados.

CINEMA DA UEFS DEBATE REPRESENTAÇÕES LGBTQIA+ NA MÍDIA
O projeto Sala de Cinema da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) promove o Cinedebate: Representações LGBTQIA+ na Mídia , sob a coordenação da professora Cida Sanches (UEFS/ DCHF), em parceria com o GRUD – Feira de Santana (@GRUD_FSA).

 O evento tem como debatedor convidado o professor Leandro Colling (UFBA), um dos criadores e integrante do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Culturas, Gêneros e Sexualidades (NuCuS) e integrante da equipe de editores da revista acadêmica Periódicus, primeira e única inteiramente dedicada aos estudos quer no Brasil. O evento está programado para o dia 21 de agosto a partir das 15h.

 

 

 

História

Mona Lisa, a mais conhecida obra de Leonardo da Vinci – Wikimedia Commons

OS MISTÉRIOS DA MONALISA
Quem era Mona Lisa?
Um dos maiores mistérios, é justamente a identidade da enigmática da Mona Lisa. Por mais que ela nunca tenha sido revelada, muitas teorias existem para tentar solucionar o mistério.

Muitos historiadores acreditam que ela seja Lisa Gherardini (também conhecida como Lisa del Giocondo), uma italiana que nasceu em Florença no ano de 1479. O retrato da teria sido encomendado pelo marido, Francesco di Bartolomeu de Zanobi del Giocondo. Lisa era uma jovem de classe média que trabalhava com o marido como comerciante de seda e tecidos. Juntos, eles tiveram cinco filhos: Piero, Andrea, Camila, Giocondo e Marietta.

Mona Lisa, quadro de Leonardo da Vinci / Crédito: Wikimedia Commons

Por outro lado, há quem acredite que La Gioconda seja Caterina Sforza, Senhora de Ímola e Condessa de Forli. Ainda existe uma teoria supondo que Mona Lisa seria a amante de Giuliano de Médici, o governante de Florença, ou Isabella d’Este, a marquesa de Mântua. Há até quem diga que ela possa ser a mãe de Da Vinci ou até ele próprio, devido às semelhanças estruturais do rosto.

Sorriso intrigante
Enigmático, intrigante e profundamente desconcertante, o sorriso de Mona Lisa é um dos elementos mais misteriosos da pintura a óleo de Leonardo. Durante séculos foi discutido se ela estava feliz, triste, ou até mesmo apática. A professora Margaret Livingstone, da Universidade de Harvard, explica que as baixas frequências espaciais nas quais o retrato foi pintado, acabou criando um sorriso marcante quando os espectadores olham nos olhos presentes na pintura.

Em 2005, pesquisadores holandeses desenvolveram um programa de computador de reconhecimento fácil. Ele revelou que as emoções presentes na face de Mona Lisa seriam: 83% de satisfação, 9% de nojo, 6% de medo, 2% de raiva, e menos de 1% de neutralidade e surpresa.

O sorriso de Mona Lisa, quadro de Leonardo da Vinci / Crédito: Wikimedia Commons

No entanto, muitos afirmam que o sorriso teria mudado de acordo com o ângulo que você a observa e também com a distância. Em close, por exemplo, teríamos a impressão de uma expressão mais recatada. Já de longe, ela pare estar sorrindo alegremente.

 Códigos secretos
Se o sorriso e a identidade da mulher já são segredos demasiadamente intrigantes, existem outros mistérios ‘ocultos’ no quadro. Através da ampliação de microscópio de imagens de alta resolução da pintura, o Comitê Nacional do Patrimônio Cultural da Itália revelou a presença de uma série de letras e números pintados em várias partes da tela.

No olho direito da Mona Lisa, o historiador de arte Silvano Vicenti afirma que é possível identificar as letras “L” e “V”, que seriam as iniciais de Leonardo da Vinci. Além do mais, no olho esquerdo esconderia as letras “C” e “E”, ou até mesmo um “B”.

No olhar direito de Mona Lisa, quadro de Leonardo da Vinci, seria possível identificar as letras “L” e “V”, que seriam as iniciais do artista / Crédito: Wikimedia Commons

Já a ponte ao fundo da obra apresenta o número “72” ou a letra “L” seguida de um “2” pintado em seu arco. O que será que Da Vinci pretendia ao pintar misteriosamente essas letras de forma invisível a olho nu? Esse enigma seria digno de Robert Langdon.

A ponte desconhecida
Chega de falar de Mona Lisa, pelo menos da figura que representa a mulher misteriosa. O quadro ainda esconde elementos que devem ser apreciados, como a ponte de três arcos ao fundo da moça.

A historiadora Carla Glori sugere que o local sobre o ombro esquerdo da mulher seja a Ponte Gobbo ou Ponte Vecchio e estaria situada em Bobbio, uma pequena vila em um lugar montanhoso ao sul de Piacenza, ao norte do país.

A ponte representada na pintura de Da Vinci seria uma referência a Ponte Gobbo / Crédito: Wikimedia Commons

A teoria usa do número secreto descoberto por Vicenti, o 72. Glori sugere que o número seria uma referência ao ano de 1472, quando uma inundação desastrosa fez com que o rio Trebbia rompesse e destruísse a ponte de Bobbio.

Um olhar diz muitas coisas
O olhar de La Gioconda parece ultrapassar os limites da tela e acompanhar o espectador para onde ele se move. Esse fenômeno pode ser explicado por um entendimento científico descrito pela Universidade de Ohio, apontando que uma imagem pode parecer exatamente a mesma, independente do ângulo em que é enxergada.

O olhar de Mona Lisa, quadro de Leonardo da Vinci / Crédito: Wikimedia Commons

O mais encantador disso tudo, é que sem uma tecnologia do tipo, Leonardo da Vinci, através da sua manipulação magistral do chiaroscuro, conseguiu criar um senso de profundidade intensamente realista na interação entre sombra e luz do quadro.

Uma pintura atrás de Mona Lisa
Em 2006, cientistas canadenses usaram imagens de infravermelho e laser que revelaram esboços rudimentares escondidos na obra. Uma das mudanças seria a posição do indicador e do dedo médio da mão esquerda. O estudo também permitiu diversas outras descobertas, como as rendas, ou um véu, desenhados no ombro dela.

Quase uma década depois, em 2015, o engenheiro francês Pascal Cotte usou técnicas semelhantes e projetou feixes de luz em diferentes comprimentos de onda com o intuito de medir as quantidades de luz refletidas de volta. Curiosamente, ele descobriu que havia um retrato secreto por trás da Mona Lisa que vemos hoje.

Cientistas canadenses analisando a Mona Lisa em 2006 / Crédito: National Research Council Canada

No que Cotte chama de “método de amplificação de camadas”, ele afirma: “Podemos analisar exatamente o que acontece dentro das camadas da criação da pintura e podemos descascá-las como uma cebola”. Cotte encontrou quatro imagens abaixo da superfície pintada mais alta, incluindo uma pintura de uma mulher mais jovem com pequenos traços faciais e sem sorriso.

Mona Lisa estava grávida?
Como dito anteriormente, muitos historiadores acreditam que a mulher seja Lisa del Giocondo, que teve quatro filhos. Os braços da moça cruzados sobre o estômago arredondado, assim como evidências históricas, sugerem que ela estava grávida pela segunda vez quando a pintura foi feita.

Além disso, como o exame com infravermelho mostrou, ela teria um guarnello (véu) pendurado nos ombros. Um guarnello é um tecido excessivo feito de linho e é muito usado por uma mulher grávida.

Ventre e mãos de Mona Lisa, quadro de Leonardo da Vinci / Crédito: Wikimedia Commons

Especula-se que o véu possa ser simplesmente um lenço ou pedaço de tecido pendurado sobre os ombros. No entanto, as mãos da Mona Lisa sobre o estômago, o momento historicamente exato de sua gravidez com a de Lisa e o uso semelhante de um guarnello como na obra que representa Smeralda Brandini, do pintor Sandro Botticelli, sugerem que ela escondia misteriosamente um bebê.

Por que achamos a Mona Lisa bonita?
Ao longo da história, o retrato de Mona Lisa foi citado como um exemplo de beleza atemporal. Mas seria limitador sugerir que sua beleza estaria restrita apenas ao olhar e o sorriso.

A proporção áurea, denominada por Da Vinci como “proporção divina”, é derivada da relação dimensional comprimento e largura dos retângulos e é supostamente a proporção mais esteticamente agradável para o olho humano. Presente em estruturas naturais, como o centro espiralado de girassóis e as colunas artificiais do Partenon.

Linhas simetricas no quadro de Mona Lisa, de Leonardo da Vinci / Crédito: Reprodução YouTube

Quando um retângulo é formado ao redor do rosto de Mona Lisa, de acordo com a proporção, o queixo, o topo da cabeça e o nariz ficam alinhados exatamente. A prevalência dessa proporção áurea na obra de arte talvez explique a misteriosa intriga sentida por quem vê o retrato. Suas proporções são consideradas agradáveis ​​aos olhos, produzindo uma sensação de equilíbrio natural e beleza.

Pintura roubada
A Mona Lisa foi roubada em 1911 por um funcionário italiano do Louvre chamado Vincenzo Perugia — alguns escrevem seu sobrenome Peruggia. Ele acreditava que a obra havia sido roubada em Florença por Napoleão Bonaparte, e desejava trazê-la de volta ao seu “verdadeiro lar”.

Por dois anos a localização da pintura permaneceu um completo mistério. Então, em 1913, Perugia entrou em contato com o negociante de arte italiano Alfredo Geri  e solicitou um reembolso monetário ao governo italiano em troca do transporte da Mona Lisa de volta a Florença.

Vincenzo Perugia roubou a Mona Lisa em 1911 / Crédito: Wikimedia Commons

Com o da pintura, a especulação sobre o real motivo do roubo continuou. Quando foi revelado que Perugia contou com a ajuda de Eduardo de Valfierno, um conhecido falsificador de arte, as pessoas começaram a teorizar que a Mona Lisa foi roubada para que cópias da pinturas pudessem ser realizadas e vendidas para os colecionadores inconscientes.

Mona Lisa estava doente
Quando estava na fila do Louvre para ver a Mona Lisa em 2018, O doutor Mandeep R. Mehra associou a pele pálida, os cabelos ralos e o sorriso desalinhado da mulher com uma doença glandular.

Mehra, que trabalha como diretor no Centro Cardíaco e Vascular do Hospital Brigham and Women, declarou que teve dificuldade de apreciar a arte em concorrência do seu olhar aguçado para diagnósticos clínicos.

Ele observou a presença de uma pequena protuberância carnuda no canto interno do olho esquerdo, uma linha capilar fina e rala, a falta de pelos nas sobrancelhas e uma protuberância ao lado do dedo indicador. Juntamente com a pele amarela e o inchaço no pescoço indicaria um aumento da glândula tireoide, ele sugeriu que o sorriso estranho dela teria sido causado por fraqueza muscular.

Doutor Mandeep R. Mehra / Crédito: Brigham and Women Hospital

Assim, o especialista chegou à conclusão de que Mona Lisa sofria de uma condição chamada hipotireoidismo, na qual os sintomas apareciam em destaque no retrato de Da Vinci. Mehra aprofundou sua investigação sobre as condições históricas em torno da dieta da mulher e descobriu que os alimentos deficientes em iodo eram comumente consumidos no início do século 16. Como o elemento é um nutriente essencial no papel de manter a saúde da tireoide, o mistério do sorriso curioso de Mona Lisa pode ter ganho uma outra teoria.

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História

 

São João Batista – Wikimedia Commons

O POSSÍVEL AMOR DE LEONARDO DA VINCI
Gian Giacomo Caprotti era um dos assistentes mais próximos do mestre renascentista, além de suposto amante e inspiração para suas grandes obras .

“Ilegítimo, gay, vegetariano, canhoto, facilmente distraído e às vezes herético”. Assim descreveu Walter Isaacson um dos maiores gênios da História, na biografia Leonardo da Vinci (2018). Os talentos do mestre renascentista já não conhecidos por todos, seus trabalhos no ramo das artes, ciência, engenharia, arquitetura são venerados ainda hoje, 500 anos depois de sua morte.

No entanto, um aspecto de sua trajetória parece chamar mais atenção do que outros: sua vida íntima. Sem nunca ter casado ou deixado qualquer herdeiro, o debate em torno de sua sexualidade acontece com frequência, considerando a possibilidade de o pintor ser homossexual.

Artista Leonardo Da Vinci / Crédito: Getty Images

“Ao mesmo tempo, entre os escritos de Leonardo aparecem vários desenhos de órgãos genitais femininos e referências ao orgasmo da mulher. Ele devia saber do que estava falando para escrever isso com tanta precisão”, alegou o professor Alessandro Vezzosi, especialista na vida do artista italiano.

Apesar de tanto mistério, uma figura em especial, presente por muitos anos, na vida de Da Vinci pode ser associada como um amante — e possível inspiração — por trás de muitas obras famosas, como as de São João Batista e de Baco.

Gian Giacomo Caprotti, posteriormente chamado por Leonardo de Salaì (pequeno demônio), chegou ao ateliê, localizado em Milão, quando tinha apenas 10 anos, em 1490. Logo de tornou um aprendiz do artista e, cada vez mais, atraía sua atenção. Nessa época, o pintor já estava com 30 anos de idade.

Ao envelhecer ganhou o apelido de Salaì, em referência a sua notável beleza. Ele impressionava o renascentista, que o retratou em suas renomadas obras. Alguns historiadores consideram a hipótese de Giacomo ter sido a inspiração por trás de Mona Lisa — algo que nunca foi comprovado.

Desenho de Da Vinci que pode ser Salaì / Crédito: Wikimedia Commons

É indiscutível a relevância de Caprotti na vida de seu mestre. “Ele era um garoto da classe trabalhadora e, evidentemente, muito difícil de lidar, mas acabou ficando com Leonardo por 25 anos”, contou Brian Mullin, organizador de uma ópera que celebra a vida do multiartista, em entrevista à BBC, em 2019.

Pela proximidade do pintor com seu assistente, especialistas supõe que havia algo que ia além da relação profissional. Dado que o italiano não deixou diários pessoais, o que dificulta compreender sua fascinante saga.

A partir de poucas anotações que Alex Mills e Brian Mullin resgataram para criar o espetáculo, sabe-se que Da Vinci e Caprotti mantinham um relacionamento intenso e profundo. Presenteando-o com roupas caras, o levando para viagens constantes. “Todo mundo considera que ele foi companheiro de Leonardo”.

A relação de ambos passou por uma turbulência em 1505, quando outro assistente chegou à oficina de Leonardo. Este era Francesco Melzi, um jovem de família nobre que se tornou secretário particular do renascentista. Diferente de Salaì, Melzi tinha uma relação de pai e filho com Da Vinci, sendo chamado de Mestre Francesco por ele.

Ao analisar as obras de Leonardo, Martin Clayton, chefe de gravuras e desenhos do Royal Collection Trust considera que os assistentes representavam dois lados distintos do próprio artista. Sendo que Salaì seria uma faceta sombria. “Apresentar Salaí como o lado sombrio e reprovador e Melzi como o lado sólido e trabalhador, diz algo muito válido sobre Da Vinci”, opinou Clayton.

De fato, Caprotti se afastou de Da Vinci após a chegada de Melzi. Quando o mestre renascentista se mudou para França. Ele permaneceu em Milão e, já não estava ao lado do italiano em sua morte, no ano de 1519.

Outro aspecto enigmático sobre a relação dos dois, é que após a morte de Leonardo, Giacomo quase nada herdou, apenas algumas telas que pesquisadores hoje suspeitam que foram falsificadas, ou mesmo roubadas. Por outro lado, Melzi ficou com pinturas, desenhos e alguns cadernos, como um guardião do legado intelectual de seu mestre.

Gian Caprotti após o falecimento de Da Vinci casou-se com Bianca Coldirodi d’Annono e, um ano depois, morreu em um duelo, em 1524, na cidade de Milão.

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